A voz sincera de um papa frente a um mundo em transformação
Cidade do Vaticano, terça-feira 23 de novembro de 2010
Fonte: Agência de Informações Zenit
O livro-entrevista "Luz do mundo", apresentado hoje no Vaticano, recolhe respostas francas de Bento XVI ao jornalista Peter Seewald sobre o Papa, a Igreja e os sinais dos tempos. Apresentamos algumas das frases mais destacadas do livro.
Surpresa diante da sua eleição
"O fato de ver-me de repente diante dessa tarefa tão grande foi, como todos sabem, um choque para mim. A responsabilidade é realmente gigantesca."
Renúncia ao papado
"Se o papa chega a reconhecer com clareza que física, psíquica e mentalmente já não pode continuar seu ofício, tem o direito e, em certas circunstâncias, também o dever de renunciar."
Crise dos abusos
"Tudo isso foi para nós um choque e eu continuo me comovendo hoje assim como ontem, até no mais profundo."
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Legionários de Cristo reconhecem abusos sexuais cometidos pelo seu fundador
Postado por
Bruno
às
13:29
Os responsáveis máximos dos Legionários de Cristo admitiram em comunicado que o seu fundador, Pe. Marcial Maciel, cometou abusos sexuais sobre seminaristas menores, pedindo desculpa por não ter ouvido os seus acusadores.
Num comunicado divulgado a 25 de Março, os responsáveis dirigem-se “a todos aqueles que tenham sido afetados, feridos ou escandalizados com as ações reprováveis do nosso fundador, o Pe. Marcial Maciel Degollado”.
Essas ações, pode ler-se, “incluíam atos de abusos sexuais de seminaristas menores”. “Profundamente consternados, devemos dizer que estes fatos aconteceram”.
Num comunicado divulgado a 25 de Março, os responsáveis dirigem-se “a todos aqueles que tenham sido afetados, feridos ou escandalizados com as ações reprováveis do nosso fundador, o Pe. Marcial Maciel Degollado”.
Essas ações, pode ler-se, “incluíam atos de abusos sexuais de seminaristas menores”. “Profundamente consternados, devemos dizer que estes fatos aconteceram”.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Igreja aceita adesão de fiéis anglicanos
Postado por
Visionário (Anderson Gonçalves)
às
20:18
Serão criados ordinariatos pessoais e conservarão suas tradições anglicanas
Por Carmen Elena Villa
Cidade do Vaticano, terça-feira 20 de outubro de 2009 (zenit.org).
A Santa Sé anunciou nesta terça-feira em coletiva de imprensa a publicação de uma constituição apostólica de Bento XVI com a qual a Igreja Católica aceita o pedido de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis anglicanos de entrar em comunhão plena e visível.
Por Carmen Elena Villa
Cidade do Vaticano, terça-feira 20 de outubro de 2009 (zenit.org).
A Santa Sé anunciou nesta terça-feira em coletiva de imprensa a publicação de uma constituição apostólica de Bento XVI com a qual a Igreja Católica aceita o pedido de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis anglicanos de entrar em comunhão plena e visível.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Remédio Falso
Postado por
Bruno
às
07:50
Cada vez que aparece um clérigo com problemas de ordem sexual, o chavão não se faz esperar: é tudo culpa do celibato. Se um Padre se afasta de seus compromissos de consagração a Deus, e desconsidera seus deveres de dedicação integral ao povo, a explicação é rápida. Se houver um Presbítero infeliz, que se entrega aos impulsos de amores pedófilos, a explicação de tudo está na malfadada promessa do não casamento. Às vezes até pode ser, por falta de uma escolha madura e responsável. Mas o lugar comum é mesmo criticar a praxe da Igreja. Nem sempre essa explicação está na boca dos infiéis. Vez por outra a panacéia flui veloz da pena de pessoas eméritas. Jesus já havia previsto tal atitude diante desse assunto, quando exclama: “nem todos compreenderão, a não ser aqueles a quem é concedido” (Mt 19, 11).
Embora, em outros tempos eu tivesse tido, por uns breves momentos, opiniões contrárias às da Santa Mãe Igreja, estou convencido da perfeita pertinência dessa práxis eclesial. Antes de tudo, porque a recomendação veio de Jesus, o Mestre, que sempre tinha posições de ideais arrojados, mas possíveis. E a Igreja dos primeiros séculos interpretou isso como aplicado aos clérigos. O nosso Salvador não nos poderia ter induzido em erro. O Mestre, que era um varão, sabe compreender as mais íntimas fibras do nosso coração. “Deus conhece os vossos corações” (Lc 16, 15). Ele não nos poderia enganar e nos seduzir para uma missão impossível. Em vez de pleitear a abolição dessa disciplina, precisamos nos aprimorar muito mais na educação e formação dos candidatos ao sacerdócio; valer-nos dos estímulos da espiritualidade e dos valores de uma sã psicologia. Mas não em último lugar, gostaria de acenar para o grande São Paulo que, em questão de vida celibatária, fez desse ideal uma questão de paixão pela pessoa de Jesus. “Estou convencido de que nem a morte nem a vida... nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo” (Rom 8, 38).
A experiência da virgindade – proposta por Jesus a algumas pessoas – nasce de uma dedicação total. Portanto, não é propriamente renúncia. Mas uma afeição intensa. É uma afetividade nova, provinda de uma pessoa apaixonada. A virgindade é a experiência do cêntuplo, também na afetividade. “Para Deus tudo é possível” (Mt 19, 26).
Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba, MG.
Fonte: http://www.presbiteros.com.br/old/Artigos/156.htm
Embora, em outros tempos eu tivesse tido, por uns breves momentos, opiniões contrárias às da Santa Mãe Igreja, estou convencido da perfeita pertinência dessa práxis eclesial. Antes de tudo, porque a recomendação veio de Jesus, o Mestre, que sempre tinha posições de ideais arrojados, mas possíveis. E a Igreja dos primeiros séculos interpretou isso como aplicado aos clérigos. O nosso Salvador não nos poderia ter induzido em erro. O Mestre, que era um varão, sabe compreender as mais íntimas fibras do nosso coração. “Deus conhece os vossos corações” (Lc 16, 15). Ele não nos poderia enganar e nos seduzir para uma missão impossível. Em vez de pleitear a abolição dessa disciplina, precisamos nos aprimorar muito mais na educação e formação dos candidatos ao sacerdócio; valer-nos dos estímulos da espiritualidade e dos valores de uma sã psicologia. Mas não em último lugar, gostaria de acenar para o grande São Paulo que, em questão de vida celibatária, fez desse ideal uma questão de paixão pela pessoa de Jesus. “Estou convencido de que nem a morte nem a vida... nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo” (Rom 8, 38).
A experiência da virgindade – proposta por Jesus a algumas pessoas – nasce de uma dedicação total. Portanto, não é propriamente renúncia. Mas uma afeição intensa. É uma afetividade nova, provinda de uma pessoa apaixonada. A virgindade é a experiência do cêntuplo, também na afetividade. “Para Deus tudo é possível” (Mt 19, 26).
Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba, MG.
Fonte: http://www.presbiteros.com.br/old/Artigos/156.htm
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