Entrevista com o especialista Guillaume Anselin
Por Jesús Colina (Zenit), em Roma
Verdade e autenticidade são o programa e o manual de instruções que Bento XVI oferece aos cristãos presentes na internet e nas redes sociais, explica Guillaume Anselin, especialista em comunicação de marcas e instituições.
Nesta entrevista, Anselin, que já trabalhou em cargos executivos de alguns dos mais importantes grupos de mídia, como McCann Erickson, Ogilvy e Publicis, comenta com ZENIT a mensagem que o Papa enviou por ocasião do Dia Mundial das Comunicações Sociais.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Manual de instruções para ser cristão na era do Facebook
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Pastoral da Comunicação
às
14:49
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Reforma da Igreja começa no coração de cada um
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Pastoral da Comunicação
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09:12
Papa propõe o exemplo de São Carlos Borromeu nos 400 anos de sua canonização
Cidade do Vaticano, sexta-feira 5 de novembro 2010
Fonte: Agência de Informações Zenit
Bento XVI instou a reformar a Igreja começando por cada um de seus membros e detalhou algumas indicações para levar a cabo esta necessária purificação, propondo o exemplo de São Carlos Borromeu. Esta foi a mensagem dirigida ao arcebispo de Milão, cardeal Dionigi Tettamanzi, por ocasião do quarto centenário da canonização deste santo, divulgada ontem pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
"Em tempos escurecidos por numerosas provas para a comunidade cristã, com divisões e confusões doutrina-is, com a opacidade da pureza da fé e dos costumes e com o mau exemplo de vários ministros sagrados, Car-los Borromeu não se limitou a deplorar ou a condenar, nem simplesmente a desejar a mudança nos outros, se-não que começou a reformar sua própria vida", destacou.
Cidade do Vaticano, sexta-feira 5 de novembro 2010
Fonte: Agência de Informações Zenit
Bento XVI instou a reformar a Igreja começando por cada um de seus membros e detalhou algumas indicações para levar a cabo esta necessária purificação, propondo o exemplo de São Carlos Borromeu. Esta foi a mensagem dirigida ao arcebispo de Milão, cardeal Dionigi Tettamanzi, por ocasião do quarto centenário da canonização deste santo, divulgada ontem pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
"Em tempos escurecidos por numerosas provas para a comunidade cristã, com divisões e confusões doutrina-is, com a opacidade da pureza da fé e dos costumes e com o mau exemplo de vários ministros sagrados, Car-los Borromeu não se limitou a deplorar ou a condenar, nem simplesmente a desejar a mudança nos outros, se-não que começou a reformar sua própria vida", destacou.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sim à Vida | Católicos caminham contra o aborto
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Pastoral da Comunicação
às
09:02
Do Vida Urbana (Diário de Pernambuco)Fotografia: Hélia Scheppa/JC Imagem
Cerca de 60 mil pessoas, segundo a avaliação dos organizadores, vestiram de branco a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, na manhã de ontem.
A 4ª edição da Caminhada Arquidiocesana "Sim à Vida" trouxe à tona temas relevantes da sociedade. Desta vez, o protesto pacífico a favor dos direitos do cidadão levantou a bandeira contra a legalização do aborto. O assunto voltou a ser abordado pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, que também discursou contra a exploração sexual, o trabalho infantil, a escravidão, o combate às drogas e à violência e a importância de uma atenção maior aos idosos. A proximidade das eleições fez com que o religioso aproveitasse a ocasião para alertar a população quanto a importância do voto e a não propagação dos pecados cristãos.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A geração do matrimônio
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
14:14
Para os jovens, a felicidade conjugal é prioridade
Por Carl Anderson em New Heaven, EUA, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).
Dentre as muitas coisas que nos fazem lembrar João Paulo II, certamente está sua capacidade de falar aos jovens. A instituição da Jornada Mundial da Juventude, uma tradição mantida por Bento XVI, revelou-se uma ocasião de ensinamento, uma forma de comunicar-se com as futuras gerações de pais católicos, sacerdotes e religiosos.
Uma recente pesquisa conduzida pelos Cavaleiros de Colombo e pelo Marist Institute for Public Opinion evidencia a importância de comunicar às novas gerações de católicos. O resultado do estudo, aplicado a jovens americanos nascidos entre 1978 e 2000, chamados de millennials, revelou elementos de esperança, mas também de preocupação pela Igreja Católica, que devem ser levados em consideração pelos evangelizadores católicos ao lidarem com os jovens.
Por Carl Anderson em New Heaven, EUA, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).
Dentre as muitas coisas que nos fazem lembrar João Paulo II, certamente está sua capacidade de falar aos jovens. A instituição da Jornada Mundial da Juventude, uma tradição mantida por Bento XVI, revelou-se uma ocasião de ensinamento, uma forma de comunicar-se com as futuras gerações de pais católicos, sacerdotes e religiosos.
Uma recente pesquisa conduzida pelos Cavaleiros de Colombo e pelo Marist Institute for Public Opinion evidencia a importância de comunicar às novas gerações de católicos. O resultado do estudo, aplicado a jovens americanos nascidos entre 1978 e 2000, chamados de millennials, revelou elementos de esperança, mas também de preocupação pela Igreja Católica, que devem ser levados em consideração pelos evangelizadores católicos ao lidarem com os jovens.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Acampamento Feminino
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A NEW’SMAKER COMUNICAÇÃO
às
10:15
Entre os dias 4 a 7 de Setembro foi realizado, num condomínio na praia de Tamandaré, litoral sul de Pernambuco, mais um Acampamento do Clube Giro do Recife (um clube para meninas adolescentes na faixa dos 11 aos 16 anos, sob a tutela do Movimento Regnum Christi).
sábado, 5 de julho de 2008
Cristo não é um obstáculo para a vida nem para a liberdade
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Bruno
às
08:25
Bento XVI enviou uma especial mensagem aos numerosos jovens que participaram no 49º Congresso Eucarístico Internacional celebrado na cidade de Quebec, no Canadá, o qual foi concluído no domingo, 22 de Junho. Na sua mensagem, o Papa convida os jovens a "anunciar sem receio" Cristo que liberta.
Queridos jovens
De Roma, sinto-me feliz por vos saudar e vos garantir a minha oração no momento em que estais reunidos por ocasião do 49º Congresso eucarístico internacional do Quebec. Alegro-me pela atenção que dedicais ao mistério da Eucaristia, "dom de Deus para a vida do mundo", como ressalta o tema do Congresso. Convido-vos a meditar incessantemente este "grande mistério da fé", como o proclamamos em cada Missa, após a consagração. Em primeiro lugar, na Eucaristia, revivemos o sacrifício do Senhor no ocaso da sua vida, mediante o qual ele salva todos os homens. Permanecemos também próximos dele e recebemos em abundância as graças necessárias para a nossa vida quotidiana e para a nossa salvação. A Eucaristia é por excelência o gesto de amor de Deus por nós. O que há de maior do que oferecer a sua vida por amor? Nisto, Jesus é o modelo da doação total de si, caminho que devemos percorrer no seu seguimento.
A Eucaristia é ainda um modelo de caminho cristão, que deve modelar toda a nossa existência. É Cristo que nos convoca para nos reunir, para constituir a Igreja, seu Corpo no meio do mundo. Para ter acesso às duas mesas da Palavra e do Pão, devemos antes de tudo aceitar o perdão de Deus, este dom que nos eleva no nosso caminho quotidiano, que restaura em nós a imagem divina e nos mostra a que ponto somos amados. Depois, como ao fariseu Simão, no Evangelho de Lucas, Jesus dirige-se incessantemente a nós mediante a Escritura: "Tenho algo para te perguntar" (cf. 7, 20). De fato, todas as palavras da Escritura são para nós uma palavra de vida, que devemos ouvir com muita atenção. De modo particular, o Evangelho constitui o centro da mensagem cristã, a revelação total dos mistérios divinos. E no seu Filho, Deus revelou-nos a sua face de Pai, um rosto de amor, de esperança. Mostrou-nos o caminho da felicidade e da alegria. Durante a consagração, momento particularmente forte da Eucaristia porque revivemos o sacrifício de Cristo, sois chamados a contemplar o Senhor Jesus, como São Tomé: "Meu Senhor e meu Deus" (Jo 20, 28). Após ter recebido a Palavra de Deus, depois de vos terdes alimentado com o seu corpo, deixai-vos transformar interiormente e receber dele a vossa missão. De fato, ele envia-vos ao mundo, para serdes portadores da sua paz e testemunhas da sua mensagem de amor. Não tenhais medo de anunciar Cristo aos jovens da vossa idade. Mostrai-lhes que Cristo não impede o vosso caminho, nem a vossa liberdade; mostrai-lhes, ao contrário, que ele vos dá a vida verdadeira, que vos torna livres para lutar contra o mal e fazer da vossa vida algo de bom.
Não vos esqueçais que a Eucaristia dominical é o encontro amoroso com o Senhor, sem o qual não podemos viver. Quando o reconhecemos ao "partir do pão", como os discípulos de Emaús, tornar-nos-emos um dos seus companheiros. Ele ajudar-nos-á a crescer e a dar o melhor de nós próprios. Recordemo-nos que no pão da Eucaristia, Cristo está real, total e substancialmente presente. Portanto, é no mistério da Eucaristia, na Missa, e durante a adoração silenciosa diante do Santíssimo Sacramento do altar que o conhecemos de modo privilegiado. Com a abertura do nosso ser e de toda a nossa vida, à contemplação de Cristo não seremos destruídos, mas ao contrário, descobriremos que somos infinitamente amados, receberemos o poder do qual temos necessidade para construir as nossas vidas e para tomar decisões na vida quotidiana. Diante do Senhor, no silêncio dos vossos corações, alguns de vós podem sentir-se chamados a segui-lo de modo mais radical no sacerdócio ou na vida consagrada. Não tenhais medo de ouvir a sua chamada e respondei com alegria. Como disse no início do meu Pontificado, de nada priva aqueles que a ele se consagram. Ao contrário, dá-lhes tudo. Ele faz sobressair o que há de melhor em cada um de nós, de modo que as nossas vidas possam verdadeiramente florescer.
A vós, queridos jovens e a todos os participantes no Congresso Eucarístico Internacional do Quebec, envio uma afetuosa Bênção Apostólica
L´Osservatore Romano, edição eletrônica em português
http://www.vatican.va/news_services/or/or_por/text.html#1
Queridos jovens
De Roma, sinto-me feliz por vos saudar e vos garantir a minha oração no momento em que estais reunidos por ocasião do 49º Congresso eucarístico internacional do Quebec. Alegro-me pela atenção que dedicais ao mistério da Eucaristia, "dom de Deus para a vida do mundo", como ressalta o tema do Congresso. Convido-vos a meditar incessantemente este "grande mistério da fé", como o proclamamos em cada Missa, após a consagração. Em primeiro lugar, na Eucaristia, revivemos o sacrifício do Senhor no ocaso da sua vida, mediante o qual ele salva todos os homens. Permanecemos também próximos dele e recebemos em abundância as graças necessárias para a nossa vida quotidiana e para a nossa salvação. A Eucaristia é por excelência o gesto de amor de Deus por nós. O que há de maior do que oferecer a sua vida por amor? Nisto, Jesus é o modelo da doação total de si, caminho que devemos percorrer no seu seguimento.
A Eucaristia é ainda um modelo de caminho cristão, que deve modelar toda a nossa existência. É Cristo que nos convoca para nos reunir, para constituir a Igreja, seu Corpo no meio do mundo. Para ter acesso às duas mesas da Palavra e do Pão, devemos antes de tudo aceitar o perdão de Deus, este dom que nos eleva no nosso caminho quotidiano, que restaura em nós a imagem divina e nos mostra a que ponto somos amados. Depois, como ao fariseu Simão, no Evangelho de Lucas, Jesus dirige-se incessantemente a nós mediante a Escritura: "Tenho algo para te perguntar" (cf. 7, 20). De fato, todas as palavras da Escritura são para nós uma palavra de vida, que devemos ouvir com muita atenção. De modo particular, o Evangelho constitui o centro da mensagem cristã, a revelação total dos mistérios divinos. E no seu Filho, Deus revelou-nos a sua face de Pai, um rosto de amor, de esperança. Mostrou-nos o caminho da felicidade e da alegria. Durante a consagração, momento particularmente forte da Eucaristia porque revivemos o sacrifício de Cristo, sois chamados a contemplar o Senhor Jesus, como São Tomé: "Meu Senhor e meu Deus" (Jo 20, 28). Após ter recebido a Palavra de Deus, depois de vos terdes alimentado com o seu corpo, deixai-vos transformar interiormente e receber dele a vossa missão. De fato, ele envia-vos ao mundo, para serdes portadores da sua paz e testemunhas da sua mensagem de amor. Não tenhais medo de anunciar Cristo aos jovens da vossa idade. Mostrai-lhes que Cristo não impede o vosso caminho, nem a vossa liberdade; mostrai-lhes, ao contrário, que ele vos dá a vida verdadeira, que vos torna livres para lutar contra o mal e fazer da vossa vida algo de bom.
Não vos esqueçais que a Eucaristia dominical é o encontro amoroso com o Senhor, sem o qual não podemos viver. Quando o reconhecemos ao "partir do pão", como os discípulos de Emaús, tornar-nos-emos um dos seus companheiros. Ele ajudar-nos-á a crescer e a dar o melhor de nós próprios. Recordemo-nos que no pão da Eucaristia, Cristo está real, total e substancialmente presente. Portanto, é no mistério da Eucaristia, na Missa, e durante a adoração silenciosa diante do Santíssimo Sacramento do altar que o conhecemos de modo privilegiado. Com a abertura do nosso ser e de toda a nossa vida, à contemplação de Cristo não seremos destruídos, mas ao contrário, descobriremos que somos infinitamente amados, receberemos o poder do qual temos necessidade para construir as nossas vidas e para tomar decisões na vida quotidiana. Diante do Senhor, no silêncio dos vossos corações, alguns de vós podem sentir-se chamados a segui-lo de modo mais radical no sacerdócio ou na vida consagrada. Não tenhais medo de ouvir a sua chamada e respondei com alegria. Como disse no início do meu Pontificado, de nada priva aqueles que a ele se consagram. Ao contrário, dá-lhes tudo. Ele faz sobressair o que há de melhor em cada um de nós, de modo que as nossas vidas possam verdadeiramente florescer.
A vós, queridos jovens e a todos os participantes no Congresso Eucarístico Internacional do Quebec, envio uma afetuosa Bênção Apostólica
L´Osservatore Romano, edição eletrônica em português
http://www.vatican.va/news_services/or/or_por/text.html#1
sábado, 28 de junho de 2008
O Papa e os jovens
Postado por
Bruno
às
01:54
Durante os dias 13 a 21 deste mês, o Papa estará em Sidney, Austrália, para a celebração da XXIII Jornada Mundial da Juventude. Será o segundo encontro direto, digamos assim, do Papa com os jovens. O primeiro foi em Colônia, Alemanha, em 2005. Muitos questionaram como seria esse encontro, já que o novo Papa não tinha o carisma e o encanto de João Paulo II e já pregavam um certo “fracasso”. Não foi o que ocorreu: mais de 1 milhão de pessoas foram ao encontro do Papa e uma das imagens mais marcantes daquela JMJ foi a dos jovens entrando no rio para saudar o Papa que passava num barco saudando a todos.À sua maneira, já que ninguém é igual a ninguém, o Papa Ratzinger também conquistou os jovens. Sempre que pode lhes dirige uma mensagem; seja durante um discurso ou homilia mais geral, seja falando diretamente a eles nas suas viagens apostólicas na Itália ou ao redor do mundo (assim foi na Polônia em 2006, no Brasil em 2007 e este ano nos EUA). O fato é que Bento XVI preocupa-se em falar aos jovens, e sempre tem algo a lhes dizer.
Já na Missa de inicio de pontificado, Bento XVI dirigiu-se de modo especial aos jovens: “queridos jovens: não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo.”
Falando aos jovens do Brasil e da América Latina, durante sua visita ao nosso país em 2007, o Papa disse: “A própria juventude é uma riqueza singular. É preciso descobri-la e valorizá-la” (n. 6). E completou: “Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada.” (n. 7)
Em maio passado, durante visita pastoral a Savona e Gênova (Itália), o Papa fez um belíssimo discurso aos jovens no qual, mais uma vez, demonstra pleno conhecimento da juventude, com seus anseios e incertezas:
“(...) por que é belo ser jovem? Por que o sonho perene da juventude? Parece-me que há dois elementos determinantes. A juventude ainda tem todo o futuro diante de si, tudo é futuro, tempo de esperança. O futuro é cheio de promessas. Para ser sinceros, devemos dizer que para muitos o futuro também é obscuro, cheio de ameaças. E face a estas ameaças, o futuro ainda pode parecer como um grande vazio. Por isso é importante escolher as promessas verdadeiras, que abrem ao futuro, também com renúncias. E a primeira opção fundamental deve ser Deus, Deus que se revelou no Filho, Jesus Cristo, e na luz desta opção, que nos oferece ao mesmo tempo uma companhia no caminho, uma companhia de confiança que nunca nos deixa, na luz desta opção encontram-se os critérios para as outras escolhas necessárias.”
Bento XVI conhece os jovens e sempre tem uma mensagem de fé e esperança para eles. Fé e esperança não nas coisas deste mundo, mas arraigada em Jesus Cristo, que tem “palavras de vida eterna” (cf. Jo 6,68).
B.M.
Falando aos jovens do Brasil e da América Latina, durante sua visita ao nosso país em 2007, o Papa disse: “A própria juventude é uma riqueza singular. É preciso descobri-la e valorizá-la” (n. 6). E completou: “Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada.” (n. 7)
Em maio passado, durante visita pastoral a Savona e Gênova (Itália), o Papa fez um belíssimo discurso aos jovens no qual, mais uma vez, demonstra pleno conhecimento da juventude, com seus anseios e incertezas:
“(...) por que é belo ser jovem? Por que o sonho perene da juventude? Parece-me que há dois elementos determinantes. A juventude ainda tem todo o futuro diante de si, tudo é futuro, tempo de esperança. O futuro é cheio de promessas. Para ser sinceros, devemos dizer que para muitos o futuro também é obscuro, cheio de ameaças. E face a estas ameaças, o futuro ainda pode parecer como um grande vazio. Por isso é importante escolher as promessas verdadeiras, que abrem ao futuro, também com renúncias. E a primeira opção fundamental deve ser Deus, Deus que se revelou no Filho, Jesus Cristo, e na luz desta opção, que nos oferece ao mesmo tempo uma companhia no caminho, uma companhia de confiança que nunca nos deixa, na luz desta opção encontram-se os critérios para as outras escolhas necessárias.”
Bento XVI conhece os jovens e sempre tem uma mensagem de fé e esperança para eles. Fé e esperança não nas coisas deste mundo, mas arraigada em Jesus Cristo, que tem “palavras de vida eterna” (cf. Jo 6,68).
B.M.
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Discurso do Papa aos jovens no Pacaembu:
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2007/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20070510_youth-brazil_po.html
Discurso aos jovens de Gênova
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2008/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20080518_genova-giovani_po.html
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