Divulgada hoje a mensagem para o 48º Dia Mundial das Vocações - Zenit
As famílias e as paróquias devem incentivar os jovens que sentem um chamado vocacional, precisamente neste momento em que responder a este chamado pode parecer mais difícil, considera o Papa Bento XVI.
A Santa Sé deu a conhecer hoje a Mensagem papal para o Dia Mundial das Vocações, que será comemorado em 15 de maio, quarto domingo da Páscoa, com o tema "Propor as vocações na Igreja local". Na mensagem, o Papa insiste na responsabilidade das famílias, paróquias e associações na promoção das vocações.
"Especialmente neste tempo, em que a voz do Senhor parece sufocada por ‘outras vozes' e a proposta de O seguir oferecendo a própria vida pode parecer demasiado difícil, cada comunidade cristã, cada fiel, deveria assumir, conscientemente, o compromisso de promover as vocações", afirma.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Casamento, caminho de santidade
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Pastoral da Comunicação
às
08:38
Ciclo de conferências do Pontifício Instituto João Paulo II de Roma
Por María de la Torre, Zenit
Cidade do Vaticano, quarta-feira 19 de janeiro de 2011
O casamento é um autêntico caminho de santidade, e é por isso que o Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família organizou, a partir de janeiro, uma série de palestras sobre "Perfis de santidade conjugal".
Nesta série de palestras, tratarão de temas como a força que vem do amor, a fidelidade ao amor, testemunhos de amor entre outros, acompanhados de depoimentos de casais no caminho da santidade.
O ciclo de palestras foi inaugurado em 13 de janeiro, com o tema "Um caminho de amor e fé no casal", tomando o exemplo de Raissa e Jacques Maritain, dois jovens intelectuais convertidos que se conheceram em 1900 e desde então começaram uma vida juntos, descobrindo o caminho da fé, com a única meta de santificar seu casamento. A conversão do casal Maritain não foi fácil, como reconhece a coordenadora do 2º ciclo, Ludmila Grygiel. Raissa e Jacques procuraram o sentido da vida e a verdade na filosofia, e correram o risco de cair em desespero, inclusive pensaram no suicídio.
Por María de la Torre, Zenit
Cidade do Vaticano, quarta-feira 19 de janeiro de 2011
O casamento é um autêntico caminho de santidade, e é por isso que o Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família organizou, a partir de janeiro, uma série de palestras sobre "Perfis de santidade conjugal".
Nesta série de palestras, tratarão de temas como a força que vem do amor, a fidelidade ao amor, testemunhos de amor entre outros, acompanhados de depoimentos de casais no caminho da santidade.
O ciclo de palestras foi inaugurado em 13 de janeiro, com o tema "Um caminho de amor e fé no casal", tomando o exemplo de Raissa e Jacques Maritain, dois jovens intelectuais convertidos que se conheceram em 1900 e desde então começaram uma vida juntos, descobrindo o caminho da fé, com a única meta de santificar seu casamento. A conversão do casal Maritain não foi fácil, como reconhece a coordenadora do 2º ciclo, Ludmila Grygiel. Raissa e Jacques procuraram o sentido da vida e a verdade na filosofia, e correram o risco de cair em desespero, inclusive pensaram no suicídio.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
O padre
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Pastoral da Comunicação
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16:46
Por Dom Orani João Tempesta
Portal da CNBB
Neste mês de agosto celebramos um mês temático: o mês vocacional! E nós iniciamos no primeiro domingo com o Dia de Orações pelas Vocações Sacerdotais pelo fato da proximidade da celebração de São João Maria Vianney, patrono específico dos párocos e dos presbíteros em geral.
E foi assim que no recém-findo Ano Sacerdotal, em função do 150º aniversário da morte do Cura D’Ars, o Santo Padre Bento XVI o apresentou como um modelo para os sacerdotes de hoje.
O que é o ser presbítero hoje? Como deve agir o padre, hoje, na cena deste mundo em grande transformação? O presbítero, antes de tudo, é o homem da Palavra de Deus, o homem do sacramento, o homem do “mistério da fé”.
Portal da CNBB
Neste mês de agosto celebramos um mês temático: o mês vocacional! E nós iniciamos no primeiro domingo com o Dia de Orações pelas Vocações Sacerdotais pelo fato da proximidade da celebração de São João Maria Vianney, patrono específico dos párocos e dos presbíteros em geral.
E foi assim que no recém-findo Ano Sacerdotal, em função do 150º aniversário da morte do Cura D’Ars, o Santo Padre Bento XVI o apresentou como um modelo para os sacerdotes de hoje.
O que é o ser presbítero hoje? Como deve agir o padre, hoje, na cena deste mundo em grande transformação? O presbítero, antes de tudo, é o homem da Palavra de Deus, o homem do sacramento, o homem do “mistério da fé”.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Você sabe quantos Padres temos no Brasil? Vamos fazer uma conta?
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
22:35
Por Dom Eduardo Pinheiro da Silva
06 de Maio de 2010 (Portal da CNBB)
Até o dia 1º de maio de 2010, a Igreja contava com 18 mil padres no Brasil. E mais de 100 milhões de fiéis. Isso significa que cada padre tem que atender a mais de 5555 fiéis.
Agora faça essa conta comigo:
06 de Maio de 2010 (Portal da CNBB)
Até o dia 1º de maio de 2010, a Igreja contava com 18 mil padres no Brasil. E mais de 100 milhões de fiéis. Isso significa que cada padre tem que atender a mais de 5555 fiéis.
Agora faça essa conta comigo:
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Posição da AIS sobre os ataques à Igreja Católica
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
16:12
Há meses o mundo está sendo abalado por relatos de casos de abusos sexuais, inclusive na Igreja Católica. São atingidas crianças, a respeito das quais Cristo diz: "Quem provocar a queda de um só destes pequenos que crêem em mim, melhor seria que lhe amarrassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem no fundo do mar" (Mt 18,6). A situação é muito séria. Os ataques ao Papa e à Igreja saíram totalmente de controle. Com este artigo especial a AIS (Ajuda à Igreja que Sofre) se posiciona sobre esse assunto.
A cusparada atingiu o jovem padre de cheio no rosto. Transbordando ódio, o turista desconhecido lhe gritou: “Pedófilo asqueroso!”. Silêncio. Os outros visitantes da Acrópole de Atenas olham distraidamente para a perfeita fileira de colunas de mármore. Ninguém faz nada, enquanto o jovem padre, cabisbaixo, limpa o rosto. Por esses dias se escutam muitas histórias desse tipo. Ao descer de um trem, um padre que há quarenta anos serve abnegadamente o Evangelho é alvo das mesmas palavras de insulto. Uma casa de religiosas recebe telefonemas anônimos ofensivos...
Uma histeria coletiva se espalha, insuflada pelos poderosos da Televisão e pelos intocáveis papas de um jornalismo pseudointelectual. É lógico que algumas reações espontâneas sejam compreensíveis. De consequência, um sofrimento incrível. A vergonha se manifesta. Os abusos, o silêncio culposo, os erros estúpidos, o covarde desvio de atenção - tudo isso são fatos reais e muito graves. Jesus Cristo terá de lavar o rosto de sua Igreja. Todos nós teremos de redescobrir a audácia de Deus ao confiar a homens tão fracos um dom tão grande como é o sacerdócio.
A cusparada atingiu o jovem padre de cheio no rosto. Transbordando ódio, o turista desconhecido lhe gritou: “Pedófilo asqueroso!”. Silêncio. Os outros visitantes da Acrópole de Atenas olham distraidamente para a perfeita fileira de colunas de mármore. Ninguém faz nada, enquanto o jovem padre, cabisbaixo, limpa o rosto. Por esses dias se escutam muitas histórias desse tipo. Ao descer de um trem, um padre que há quarenta anos serve abnegadamente o Evangelho é alvo das mesmas palavras de insulto. Uma casa de religiosas recebe telefonemas anônimos ofensivos...
Uma histeria coletiva se espalha, insuflada pelos poderosos da Televisão e pelos intocáveis papas de um jornalismo pseudointelectual. É lógico que algumas reações espontâneas sejam compreensíveis. De consequência, um sofrimento incrível. A vergonha se manifesta. Os abusos, o silêncio culposo, os erros estúpidos, o covarde desvio de atenção - tudo isso são fatos reais e muito graves. Jesus Cristo terá de lavar o rosto de sua Igreja. Todos nós teremos de redescobrir a audácia de Deus ao confiar a homens tão fracos um dom tão grande como é o sacerdócio.
sexta-feira, 5 de março de 2010
A importância do matrimônio
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
10:10
Uma fundação considera insustentáveis as consequências do divórcio
Por Pe. John Flynn, L.C. em Roma. Terça-feira, 2 de março de 2010 (Zenit.org).
Com o dia de São Valentim, tanto os bispos dos Estados Unidos como os da Inglaterra e Gales organizaram uma semana de atividades para chamar atenção sobre a importância do matrimônio e a vida familiar.Ao mesmo tempo, a organização Relationships Foundation publicava dois relatórios sobre o matrimônio. A 9 de fevereiro foi publicado Counting the Cost of Family Failure (Avaliando os custos dos rompimentos familiares) e, no dia seguinte, Why Does Marriage Matter? (Por que o matrimônio é importante?).
Por Pe. John Flynn, L.C. em Roma. Terça-feira, 2 de março de 2010 (Zenit.org).
Com o dia de São Valentim, tanto os bispos dos Estados Unidos como os da Inglaterra e Gales organizaram uma semana de atividades para chamar atenção sobre a importância do matrimônio e a vida familiar.Ao mesmo tempo, a organização Relationships Foundation publicava dois relatórios sobre o matrimônio. A 9 de fevereiro foi publicado Counting the Cost of Family Failure (Avaliando os custos dos rompimentos familiares) e, no dia seguinte, Why Does Marriage Matter? (Por que o matrimônio é importante?).
No primeiro documento, a fundação coloca em 41,7 milhões de libras (64,5 milhões de dólares) o custo anual dos relacionamentos rompidos. Isso equivale a 1.350 libras (2.088 dólares) por cada contribuinte do Reino Unido. É necessário que os responsáveis políticos levem em conta essa pesada carga econômica e adotem as medidas apropriadas para assegurar que as relações sejam mais estáveis, pedia o relatório.
“É uma verdade impopular que as decisões têm consequências e custos, e esses nem sempre são suportados por quem toma as decisões”, comentava o relatório.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Como redescobrir a vocação
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
14:37
Entrevista com Stefano Fontana, diretor do Observatório “Van Thuan”
Por Antonio Gaspari em Roma, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).
Para muitos jovens de hoje, a vocação é algo que diz respeito apenas aos que pretendem se tornar sacerdotes.
A aspiração por realizar no trabalho e na vida os próprios ideais e expectativas é contraposta pelo materialismo cru, pela sensação de que a única relação possível com a realidade é da velocidade supersônica com que se consomem relações, amizades, produtos, diversões.
Por outro lado, está cada vez mais distante a ideia de que, ao se decidir o futuro de cada um, opera um desígnio do Criador. Para explicar o sentido da vocação e da espera, Stefano Fontana, diretor do Observatório “Van Thuan” sobre a Doutrina Social da Igreja (http://www.vanthuanobservatory.org/), publicou recentemente um ensaio intitulado “Palavra e comunidade política”.
Por Antonio Gaspari em Roma, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).
Para muitos jovens de hoje, a vocação é algo que diz respeito apenas aos que pretendem se tornar sacerdotes.
A aspiração por realizar no trabalho e na vida os próprios ideais e expectativas é contraposta pelo materialismo cru, pela sensação de que a única relação possível com a realidade é da velocidade supersônica com que se consomem relações, amizades, produtos, diversões.
Por outro lado, está cada vez mais distante a ideia de que, ao se decidir o futuro de cada um, opera um desígnio do Criador. Para explicar o sentido da vocação e da espera, Stefano Fontana, diretor do Observatório “Van Thuan” sobre a Doutrina Social da Igreja (http://www.vanthuanobservatory.org/), publicou recentemente um ensaio intitulado “Palavra e comunidade política”.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Igreja aceita adesão de fiéis anglicanos
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
20:18
Serão criados ordinariatos pessoais e conservarão suas tradições anglicanas
Por Carmen Elena Villa
Cidade do Vaticano, terça-feira 20 de outubro de 2009 (zenit.org).
A Santa Sé anunciou nesta terça-feira em coletiva de imprensa a publicação de uma constituição apostólica de Bento XVI com a qual a Igreja Católica aceita o pedido de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis anglicanos de entrar em comunhão plena e visível.
Por Carmen Elena Villa
Cidade do Vaticano, terça-feira 20 de outubro de 2009 (zenit.org).
A Santa Sé anunciou nesta terça-feira em coletiva de imprensa a publicação de uma constituição apostólica de Bento XVI com a qual a Igreja Católica aceita o pedido de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis anglicanos de entrar em comunhão plena e visível.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Uma luz na igreja
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Anderson Pontes
às
17:47
Alguma vez na sua vida você teve uma vontade irresistível de se dirigir a um templo a fim de simplesmente conversar com Deus? De sentir o regaço acolhedor de Nossa Senhora? De se sentir protegido num momento de extrema fragilidade?
Entretanto, é possível que esta vontade avassaladora tenha sido frustrada pelo simples fato de que nossas igrejas passam a maior parte do tempo fechadas, por falta de segurança ou ainda e recursos para mantê-las abertas.
Imaginemos um cenário em que nossas igrejas estivessem abertas 24 horas por dia, com um religioso ou leigo devidamente capacitado disponível para aconselhamento ou até um sacerdote para atendimento em confissões. Não seria uma fonte extraordiinária de graças?
Para tornar esta aparente utopia uma realidade, devemos recorrer à campanhas a favor do dízimo e das vocações. A primeira para viabilizar funcionário e/ou segurança que zele pelas igrejas em horário integral, e a segunda para viabilizar sacerdotes e religiosos em quantidade suficiente. São pequenos passos, mas que podem ser dados desde já por cada um de nós.
Para o Cardeal dominicano Christoph Schönborn, Arcebispo de Viena (na Áustria), "é uma grave ferida no Corpo de Cristo que as igrejas tenham as portas fechadas", segundo reportou a agência de informações Zenit no recente dia 1º de Outubro. A eminência tocou no assunto ao dirigir sua terceira meditação sobre o tema "Oração e combate espiritual" no retiro sacerdotal internacional de Ars, dentro do Ano Sacerdotal. Justificou relacionando o combate da oração ao local propício para a atividade, que é o templo.
Na ocasião, citou Cura d'Ars, que instruia seus paroquianos exclamando: "Ele está aí, esta aí!", apontando para o tabernáculo. Lembrou que está é uma lição também para nós. E trazendo do desafio para si, compartilhou o desafio que vive na Áustria: "Mantemos uma luta constante para conservar nossas igrejas abertas, acessíveis aos fiéis e aos outros que a procuram, pois é uma grave ferida no Corpo de Cristo que as igrejas tenham as portas fechadas". E exortava: "Fazei todo o possível e o impossível para permitir aos fiéis e às pessoas que buscam Deus - e que Deus espera - que tenham acesso a Jesus na Eucaristia: não fecheis as portas das vossas igrejas, por favor!"
E insistiu: "Não entendo, isso não é suportável! Muitas pessoas já não vão à Missa, é muito complicado para elas, não sabem mais, isso lhes parece estranho; mas se constata uma coisa: elas vão à igreja quando está aberta, para acender uma vela. Sim, a avó chega com seus netos; não vão à Missa, mas vão acender uma vela diante de Nossa Senhora, que os acolherá. Deixemos nossas igrejas abertas!"
E testemunhou: "Em Vorarlberg, à tarde, havia uma luz na igreja: era o padre que rezava lá. Isso ficou gravado na minha memória."
Entretanto, é possível que esta vontade avassaladora tenha sido frustrada pelo simples fato de que nossas igrejas passam a maior parte do tempo fechadas, por falta de segurança ou ainda e recursos para mantê-las abertas.
Imaginemos um cenário em que nossas igrejas estivessem abertas 24 horas por dia, com um religioso ou leigo devidamente capacitado disponível para aconselhamento ou até um sacerdote para atendimento em confissões. Não seria uma fonte extraordiinária de graças?
Para tornar esta aparente utopia uma realidade, devemos recorrer à campanhas a favor do dízimo e das vocações. A primeira para viabilizar funcionário e/ou segurança que zele pelas igrejas em horário integral, e a segunda para viabilizar sacerdotes e religiosos em quantidade suficiente. São pequenos passos, mas que podem ser dados desde já por cada um de nós.
Para o Cardeal dominicano Christoph Schönborn, Arcebispo de Viena (na Áustria), "é uma grave ferida no Corpo de Cristo que as igrejas tenham as portas fechadas", segundo reportou a agência de informações Zenit no recente dia 1º de Outubro. A eminência tocou no assunto ao dirigir sua terceira meditação sobre o tema "Oração e combate espiritual" no retiro sacerdotal internacional de Ars, dentro do Ano Sacerdotal. Justificou relacionando o combate da oração ao local propício para a atividade, que é o templo.
Na ocasião, citou Cura d'Ars, que instruia seus paroquianos exclamando: "Ele está aí, esta aí!", apontando para o tabernáculo. Lembrou que está é uma lição também para nós. E trazendo do desafio para si, compartilhou o desafio que vive na Áustria: "Mantemos uma luta constante para conservar nossas igrejas abertas, acessíveis aos fiéis e aos outros que a procuram, pois é uma grave ferida no Corpo de Cristo que as igrejas tenham as portas fechadas". E exortava: "Fazei todo o possível e o impossível para permitir aos fiéis e às pessoas que buscam Deus - e que Deus espera - que tenham acesso a Jesus na Eucaristia: não fecheis as portas das vossas igrejas, por favor!"
E insistiu: "Não entendo, isso não é suportável! Muitas pessoas já não vão à Missa, é muito complicado para elas, não sabem mais, isso lhes parece estranho; mas se constata uma coisa: elas vão à igreja quando está aberta, para acender uma vela. Sim, a avó chega com seus netos; não vão à Missa, mas vão acender uma vela diante de Nossa Senhora, que os acolherá. Deixemos nossas igrejas abertas!"
E testemunhou: "Em Vorarlberg, à tarde, havia uma luz na igreja: era o padre que rezava lá. Isso ficou gravado na minha memória."
domingo, 27 de setembro de 2009
Pode um político ser santo?
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Visionário (Anderson Gonçalves)
às
14:44
Conclui a fase diocesana do processo de beatificação de um político: Igino Giordani, que também foi escritor, jornalista e co-fundador dos Focolares
Roma, quinta-feira, 24 de setembro de 2009 (zenit.org).
Em 27 de setembro concluirá em Rocca di Papa, localidade próxima de Roma, a fase diocesana do processo de beatificação do político italiano Igino Giordani, que teve papel importante ao lado de Chiara Lubich na fundação do Movimento dos Focolares. O processo de Giordani (Tivoli, 24 de setembro de 1894 – Rocca di Papa, 18 de abril de 1980), que também foi escritor, jornalista e diretor da Biblioteca Apostólica Vaticana, passará à Congregação para as Causas dos Santos da Santa Sé.
Pode um político ser santo? É a questão que Igino Giordani propõe quando, em 1946, Alcide De Gasperi, fundador da Democracia Cristã e um dos pais da Europa, também em processo de beatificação, lhe convence a participar das eleições políticas.
O anseio de santidade havia se acendido nele já aos 22 anos, no leito de um hospital militar, vítima da primeira guerra mundial. Após a segunda guerra mundial foi um dos pais da Constituição Italiana e parlamentar como “serviço social, caridade em ato”. Valente defensor da paz, considera a guerra “uma operação contra o povo, que despreza a liberdade, a democracia”, segundo explica o Movimento dos Focolares no anúncio do encerramento do processo diocesano.
Precedentemente, por suas duras intervenções contra o fascismo, vive “no desterro civil e político”: é expulso do registro dos jornalistas e privado do ensino.
“Ou a Europa se une, ou a Europa perece”, escreve nos anos cinquenta, quando era membro do primeiro Conselho dos Povos da Europa. Desde os anos vinte havia proposto o nascimento dos Estados Unidos da Europa.
Foi diretor de vários jornais, escreveu uma centena de livros e mais de 4 mil artigos de fundo político, cultural e religioso. Intelectual de destaque do catolicismo italiano, estudioso dos Padres da Igreja, foi pioneiro do Concílio Vaticano II, especialmente pelo que se refere aos temas do laicado e do ecumenismo.
Em 1948 sua vida deu uma volta ao encontrar-se com Chiara Lubich, que em 1943 havia dado vida a um novo Movimento na Igreja: os Focolares, acendendo nele uma “revolução na alma”. Encontra o que havia buscado durante muito tempo: “o mundo leigo da vida mística”. Seu caminho solitário se torna comunitário.
Giordani, por sua parte, dá uma contribuição importante ao desenvolvimento do carisma da unidade dos Focolares no campo ecumênico e para a renovação do mundo da família, da política e de diversos âmbitos da sociedade. Até o ponto de que foi considerado por Chiara Lubich como um dos co-fundadores do Movimento.
A fase diocesana do processo foi concluída depois de 5 anos de trabalho, com 2.500 páginas das atas do processo. Os teólogos censores examinaram 98 livros e mais de 4 mil artigos; os peritos em história, 120 arquivos de escritos inéditos, constituídos por mais de 60 mil páginas. Tem-se, também, documentação de mais de 50 graças recebidas por intercessão de Giordani. Entre estas o postulador da causa elegerá a que deve ser submetida ao juízo da Igreja para certificá-la como milagre.
A abertura da causa aconteceu em 6 de junho de 2004, na catedral de Frascati, diocese onde Igino Giordani faleceu. A cerimônia da fase diocesana conclusiva acontecerá no Centro internacional dos Focolares de Rocca di Papa, em cuja capela se conservam os restos de Giordani e de Chiara Lubich. O recém-nomeado bispo de Frascati, Dom Raffaelo Martinelli, presidirá, às 16h30 (hora italiana), o ato jurídico, que será precedido pela intervenção da atual presidente dos Focolares, Maria Voce.
Roma, quinta-feira, 24 de setembro de 2009 (zenit.org).
Em 27 de setembro concluirá em Rocca di Papa, localidade próxima de Roma, a fase diocesana do processo de beatificação do político italiano Igino Giordani, que teve papel importante ao lado de Chiara Lubich na fundação do Movimento dos Focolares. O processo de Giordani (Tivoli, 24 de setembro de 1894 – Rocca di Papa, 18 de abril de 1980), que também foi escritor, jornalista e diretor da Biblioteca Apostólica Vaticana, passará à Congregação para as Causas dos Santos da Santa Sé.
Pode um político ser santo? É a questão que Igino Giordani propõe quando, em 1946, Alcide De Gasperi, fundador da Democracia Cristã e um dos pais da Europa, também em processo de beatificação, lhe convence a participar das eleições políticas.
O anseio de santidade havia se acendido nele já aos 22 anos, no leito de um hospital militar, vítima da primeira guerra mundial. Após a segunda guerra mundial foi um dos pais da Constituição Italiana e parlamentar como “serviço social, caridade em ato”. Valente defensor da paz, considera a guerra “uma operação contra o povo, que despreza a liberdade, a democracia”, segundo explica o Movimento dos Focolares no anúncio do encerramento do processo diocesano.
Precedentemente, por suas duras intervenções contra o fascismo, vive “no desterro civil e político”: é expulso do registro dos jornalistas e privado do ensino.
“Ou a Europa se une, ou a Europa perece”, escreve nos anos cinquenta, quando era membro do primeiro Conselho dos Povos da Europa. Desde os anos vinte havia proposto o nascimento dos Estados Unidos da Europa.
Foi diretor de vários jornais, escreveu uma centena de livros e mais de 4 mil artigos de fundo político, cultural e religioso. Intelectual de destaque do catolicismo italiano, estudioso dos Padres da Igreja, foi pioneiro do Concílio Vaticano II, especialmente pelo que se refere aos temas do laicado e do ecumenismo.
Em 1948 sua vida deu uma volta ao encontrar-se com Chiara Lubich, que em 1943 havia dado vida a um novo Movimento na Igreja: os Focolares, acendendo nele uma “revolução na alma”. Encontra o que havia buscado durante muito tempo: “o mundo leigo da vida mística”. Seu caminho solitário se torna comunitário.
Giordani, por sua parte, dá uma contribuição importante ao desenvolvimento do carisma da unidade dos Focolares no campo ecumênico e para a renovação do mundo da família, da política e de diversos âmbitos da sociedade. Até o ponto de que foi considerado por Chiara Lubich como um dos co-fundadores do Movimento.
A fase diocesana do processo foi concluída depois de 5 anos de trabalho, com 2.500 páginas das atas do processo. Os teólogos censores examinaram 98 livros e mais de 4 mil artigos; os peritos em história, 120 arquivos de escritos inéditos, constituídos por mais de 60 mil páginas. Tem-se, também, documentação de mais de 50 graças recebidas por intercessão de Giordani. Entre estas o postulador da causa elegerá a que deve ser submetida ao juízo da Igreja para certificá-la como milagre.
A abertura da causa aconteceu em 6 de junho de 2004, na catedral de Frascati, diocese onde Igino Giordani faleceu. A cerimônia da fase diocesana conclusiva acontecerá no Centro internacional dos Focolares de Rocca di Papa, em cuja capela se conservam os restos de Giordani e de Chiara Lubich. O recém-nomeado bispo de Frascati, Dom Raffaelo Martinelli, presidirá, às 16h30 (hora italiana), o ato jurídico, que será precedido pela intervenção da atual presidente dos Focolares, Maria Voce.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O papel dos pais na vocação dos filhos
Postado por
Visionário (Anderson Gonçalves)
às
17:27
Ajudando a descobrir o plano de amor de Deus
O Papa explicou hoje como os pais preparam as vocações de seus filhos, ajudando-os a descobrir o plano de amor de Deus, com generosa dedicação. Ele o fez ao meio-dia de hoje no pátio da residência de Castel Gandolfo, por ocasião do Ângelus, no encontro semanal com os peregrinos.
“Quando os cônjuges se dedicam generosamente à educação dos filhos, guiando-os e orientando-os no descobrimento do plano de amor de Deus, preparam esse fértil terreno espiritual no qual florescem e amadurecem as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada”.
“Revela-se quão intimamente estão ligadas e se iluminam mutuamente o matrimônio e a virgindade, a partir de sua comum firmeza no amor esponsal de Cristo”, acrescentou.
Para indicar a importância da família na vocação de cada pessoa, Bento XVI destacou o exemplo de numerosas “autênticas famílias cristãs que acompanharam a vida de generosos sacerdotes e pastores da Igreja” ao longo da história. Concretamente referiu-se aos esposos beatos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini e às famílias dos santos Basílio Magno e Gregório Nacianceno.
O Santo Padre se deteve a explicar o exemplo de Santa Mônica, cuja festa celebrou-se nesta quinta-feira, e sua influência no caminho de santidade de seu filho Santo Agostinho. Para aquele que chegou a ser bispo de Hipona, Santa Mônica se converteu em “mais que mãe, a fonte de seu cristianismo”, e ele repetiu que sua mãe “o havia gerado duas vezes”, destacou o Papa.
Também se referiu à Exortação Apostólica de João Paulo II Familiaris consortio, afirmando que “este documento, além de ilustrar o valor do matrimônio e as funções da família, solicita aos esposos um particular compromisso no caminho de santidade, que, tirando graça e força do sacramento do matrimônio, acompanha-os ao longo de toda sua existência”.
Finalmente, o Papa tomou uma parte da oração do Ano Sacerdotal para pedir que, “por intercessão do Santo Cura d’Ars, as famílias cristãs se convertam em pequenas igrejas, nas quais todas as vocações e todos os carismas, dados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados”.
Fonte: Zenit
O Papa explicou hoje como os pais preparam as vocações de seus filhos, ajudando-os a descobrir o plano de amor de Deus, com generosa dedicação. Ele o fez ao meio-dia de hoje no pátio da residência de Castel Gandolfo, por ocasião do Ângelus, no encontro semanal com os peregrinos.
“Quando os cônjuges se dedicam generosamente à educação dos filhos, guiando-os e orientando-os no descobrimento do plano de amor de Deus, preparam esse fértil terreno espiritual no qual florescem e amadurecem as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada”.
“Revela-se quão intimamente estão ligadas e se iluminam mutuamente o matrimônio e a virgindade, a partir de sua comum firmeza no amor esponsal de Cristo”, acrescentou.
Para indicar a importância da família na vocação de cada pessoa, Bento XVI destacou o exemplo de numerosas “autênticas famílias cristãs que acompanharam a vida de generosos sacerdotes e pastores da Igreja” ao longo da história. Concretamente referiu-se aos esposos beatos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini e às famílias dos santos Basílio Magno e Gregório Nacianceno.
O Santo Padre se deteve a explicar o exemplo de Santa Mônica, cuja festa celebrou-se nesta quinta-feira, e sua influência no caminho de santidade de seu filho Santo Agostinho. Para aquele que chegou a ser bispo de Hipona, Santa Mônica se converteu em “mais que mãe, a fonte de seu cristianismo”, e ele repetiu que sua mãe “o havia gerado duas vezes”, destacou o Papa.
Também se referiu à Exortação Apostólica de João Paulo II Familiaris consortio, afirmando que “este documento, além de ilustrar o valor do matrimônio e as funções da família, solicita aos esposos um particular compromisso no caminho de santidade, que, tirando graça e força do sacramento do matrimônio, acompanha-os ao longo de toda sua existência”.
Finalmente, o Papa tomou uma parte da oração do Ano Sacerdotal para pedir que, “por intercessão do Santo Cura d’Ars, as famílias cristãs se convertam em pequenas igrejas, nas quais todas as vocações e todos os carismas, dados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados”.
Fonte: Zenit
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A origem e a função do Bispo
Postado por
Bruno
às
15:09
Por Dom Benedicto de Ulhôa Vieira
O arcebispo de Uberaba, MG, Dom Benedicto de Ulhôa Vieira publicou um artigo, no site do Jornal da Manhã, da cidade, onde explica a origem e a função do bispo - termo e função que vem sendo apropriado e utilizado indiscriminadamente por algumas seitas e denominações protestantes para atrair fiéis menos esclarecidos. Eis o artigo, na íntegra:
"Vem-se notando na imprensa o hábito lamentável de designar com o título de "bispo", o pastor ou o líder de qualquer agrupamento religioso.
Reflitamos: se alguém colocar na porta de seu escritório ou de sua residência uma placa indicativa com seu nome e – sem o ser – acrescentar "médico", "advogado", "professor" ou outra profissão, pode ser processado por falsidade profissional. Igualmente com o termo "bispo". Daí a necessidade de se ter noção exata do que seja o uso correto do termo.
No início da pregação evangélica, os apóstolos de Cristo escolheram colaboradores que, após a sua morte, lhes sucedessem no governo das comunidades nascentes e na pregação da mensagem cristã. Inicialmente eram chamados de "sucessores dos apóstolos", como nos informa Clemente Romano, no ano 96 da era cristã, na bela e conhecida Carta à Igreja de Corinto.
A missão destes sucessores era responsabilizar-se pelas comunidades que se formaram ao redor dos apóstolos, supervisionando a sua vida evangélica. Daí o verbo "episkopein" (supervisionar), de que vem o substantivo "epískopos": o que zela como guarda e protetor, por supervisionar o rebanho. Em latim "epíscopus" e, em português bispo, isto é: o que tem a nobre missão, como autêntico sucessor dos apóstolos, de responsabilizar-se pela comunidade dos fiéis.
Hoje, quem escolhe e nomeia o bispo é o sucessor de São Pedro, o Papa. O eleito recebe a plenitude do sacramento da Ordem pela "keirotonia", isto é: imposição das mãos de três outros bispos e pela unção e oração consecratória. Há, pois, uma corrente genealógica ascendente, que chega até um dos doze apóstolos, do qual o bispo atual é verdadeiro sucessor.
Não fica pois, difícil entender que esta função de suceder a um dos doze apóstolos, função de superintender o rebanho de Cristo – "episkopein" – não pode ser usurpada. O despreparo teológico (ou ousadia) chega até a usar o termo no feminino!
A autoridade do bispo, sucessor dos apóstolos, vem da palavra de Jesus aos doze: "todo poder me foi dado no céu e na terra. Ide pois: batizai e ensinai que observem o que lhes ensinei." (Mt 28,19ss).
Triste saber que o termo que designa o poder espiritual de zelar pela Igreja, transmitido por Jesus Cristo aos doze apóstolos e, posteriormente aos sucessores, seja usurpado e vulgarizado, como vem acontecendo de algum tempo para cá. Esta explicação teológica da palavra "bispo" e sua função nos mostram que seu uso atual para designar qualquer líder religioso, não é apropriado e correto."
Fonte: Rádio Vaticana
O arcebispo de Uberaba, MG, Dom Benedicto de Ulhôa Vieira publicou um artigo, no site do Jornal da Manhã, da cidade, onde explica a origem e a função do bispo - termo e função que vem sendo apropriado e utilizado indiscriminadamente por algumas seitas e denominações protestantes para atrair fiéis menos esclarecidos. Eis o artigo, na íntegra:
"Vem-se notando na imprensa o hábito lamentável de designar com o título de "bispo", o pastor ou o líder de qualquer agrupamento religioso.
Reflitamos: se alguém colocar na porta de seu escritório ou de sua residência uma placa indicativa com seu nome e – sem o ser – acrescentar "médico", "advogado", "professor" ou outra profissão, pode ser processado por falsidade profissional. Igualmente com o termo "bispo". Daí a necessidade de se ter noção exata do que seja o uso correto do termo.
No início da pregação evangélica, os apóstolos de Cristo escolheram colaboradores que, após a sua morte, lhes sucedessem no governo das comunidades nascentes e na pregação da mensagem cristã. Inicialmente eram chamados de "sucessores dos apóstolos", como nos informa Clemente Romano, no ano 96 da era cristã, na bela e conhecida Carta à Igreja de Corinto.
A missão destes sucessores era responsabilizar-se pelas comunidades que se formaram ao redor dos apóstolos, supervisionando a sua vida evangélica. Daí o verbo "episkopein" (supervisionar), de que vem o substantivo "epískopos": o que zela como guarda e protetor, por supervisionar o rebanho. Em latim "epíscopus" e, em português bispo, isto é: o que tem a nobre missão, como autêntico sucessor dos apóstolos, de responsabilizar-se pela comunidade dos fiéis.
Hoje, quem escolhe e nomeia o bispo é o sucessor de São Pedro, o Papa. O eleito recebe a plenitude do sacramento da Ordem pela "keirotonia", isto é: imposição das mãos de três outros bispos e pela unção e oração consecratória. Há, pois, uma corrente genealógica ascendente, que chega até um dos doze apóstolos, do qual o bispo atual é verdadeiro sucessor.
Não fica pois, difícil entender que esta função de suceder a um dos doze apóstolos, função de superintender o rebanho de Cristo – "episkopein" – não pode ser usurpada. O despreparo teológico (ou ousadia) chega até a usar o termo no feminino!
A autoridade do bispo, sucessor dos apóstolos, vem da palavra de Jesus aos doze: "todo poder me foi dado no céu e na terra. Ide pois: batizai e ensinai que observem o que lhes ensinei." (Mt 28,19ss).
Triste saber que o termo que designa o poder espiritual de zelar pela Igreja, transmitido por Jesus Cristo aos doze apóstolos e, posteriormente aos sucessores, seja usurpado e vulgarizado, como vem acontecendo de algum tempo para cá. Esta explicação teológica da palavra "bispo" e sua função nos mostram que seu uso atual para designar qualquer líder religioso, não é apropriado e correto."
Fonte: Rádio Vaticana
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