Ciclo de conferências do Pontifício Instituto João Paulo II de Roma
Por María de la Torre, Zenit
Cidade do Vaticano, quarta-feira 19 de janeiro de 2011
O casamento é um autêntico caminho de santidade, e é por isso que o Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família organizou, a partir de janeiro, uma série de palestras sobre "Perfis de santidade conjugal".
Nesta série de palestras, tratarão de temas como a força que vem do amor, a fidelidade ao amor, testemunhos de amor entre outros, acompanhados de depoimentos de casais no caminho da santidade.
O ciclo de palestras foi inaugurado em 13 de janeiro, com o tema "Um caminho de amor e fé no casal", tomando o exemplo de Raissa e Jacques Maritain, dois jovens intelectuais convertidos que se conheceram em 1900 e desde então começaram uma vida juntos, descobrindo o caminho da fé, com a única meta de santificar seu casamento. A conversão do casal Maritain não foi fácil, como reconhece a coordenadora do 2º ciclo, Ludmila Grygiel. Raissa e Jacques procuraram o sentido da vida e a verdade na filosofia, e correram o risco de cair em desespero, inclusive pensaram no suicídio.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Reforma da Igreja começa no coração de cada um
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Pastoral da Comunicação
às
09:12
Papa propõe o exemplo de São Carlos Borromeu nos 400 anos de sua canonização
Cidade do Vaticano, sexta-feira 5 de novembro 2010
Fonte: Agência de Informações Zenit
Bento XVI instou a reformar a Igreja começando por cada um de seus membros e detalhou algumas indicações para levar a cabo esta necessária purificação, propondo o exemplo de São Carlos Borromeu. Esta foi a mensagem dirigida ao arcebispo de Milão, cardeal Dionigi Tettamanzi, por ocasião do quarto centenário da canonização deste santo, divulgada ontem pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
"Em tempos escurecidos por numerosas provas para a comunidade cristã, com divisões e confusões doutrina-is, com a opacidade da pureza da fé e dos costumes e com o mau exemplo de vários ministros sagrados, Car-los Borromeu não se limitou a deplorar ou a condenar, nem simplesmente a desejar a mudança nos outros, se-não que começou a reformar sua própria vida", destacou.
Cidade do Vaticano, sexta-feira 5 de novembro 2010
Fonte: Agência de Informações Zenit
Bento XVI instou a reformar a Igreja começando por cada um de seus membros e detalhou algumas indicações para levar a cabo esta necessária purificação, propondo o exemplo de São Carlos Borromeu. Esta foi a mensagem dirigida ao arcebispo de Milão, cardeal Dionigi Tettamanzi, por ocasião do quarto centenário da canonização deste santo, divulgada ontem pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
"Em tempos escurecidos por numerosas provas para a comunidade cristã, com divisões e confusões doutrina-is, com a opacidade da pureza da fé e dos costumes e com o mau exemplo de vários ministros sagrados, Car-los Borromeu não se limitou a deplorar ou a condenar, nem simplesmente a desejar a mudança nos outros, se-não que começou a reformar sua própria vida", destacou.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A Inveja, o ciúme e a busca do poder
Postado por
Pastoral da Comunicação
às
11:56
Por Dom Eurico dos Santos Veloso (arcebispo emérito de Juiz de Fora (Minas Gerais, Brasil)
Fonte: Agência de Informações Zenit
A inveja, o ciúme e a disputa do poder estão em toda parte. A ética profissio-nal exige que cada um reconheça a gestão de seus colegas de profis-são. Muito mais isto deveria acontecer entre os membros da Igreja, principalmente do clero, pois, devemos reconhecer que é Deus quem faz o chamado ao ministério da Igreja e dá a missão a quem Ele quer. Quem somos nós para duvidarmos da decisão do Senhor?
No entanto, alguns podem questionar essa missão eclesial. É evidente que não vivemos num mundo perfeito. Porém, é evidente também que a inveja, o ciúme e a busca do poder entre alguns membros do clero maculam a imagem do Reino de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.
Fonte: Agência de Informações Zenit
A inveja, o ciúme e a disputa do poder estão em toda parte. A ética profissio-nal exige que cada um reconheça a gestão de seus colegas de profis-são. Muito mais isto deveria acontecer entre os membros da Igreja, principalmente do clero, pois, devemos reconhecer que é Deus quem faz o chamado ao ministério da Igreja e dá a missão a quem Ele quer. Quem somos nós para duvidarmos da decisão do Senhor?
No entanto, alguns podem questionar essa missão eclesial. É evidente que não vivemos num mundo perfeito. Porém, é evidente também que a inveja, o ciúme e a busca do poder entre alguns membros do clero maculam a imagem do Reino de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.
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